Você está em:
home > especialidades > câncer de pele > carcinoma espinocelular
 

Carcinoma Espinocelular


carcinoma espinocelular

É o segundo tipo de câncer mais comum no Homem. Mais de 250 mil casos de carcinoma espinocelular são diagnosticados todo ano nos EUA. Pessoas de meia idade ou mais, especialmente com pele, cabelos e olhos claros e com exposição solar frequente são mais acometidas.

Alguns carcinomas espinocelulares originam-se de uma pequena lesão avermelhada, chamada ceratose actínica. É possível que o carcinoma espinocelular se espalhe para outras áreas do corpo, por isso seu tratamento precoce é importante.

Com o que o carcinoma espinocelular se parece e onde aparece?

O carcinoma espinocelular geralmente aparece como uma lesão crostosa ou descamativa na pele com uma base vermelha inflamada, um tumor que cresce ou uma lesão que não cicatriza. Ocorre geralmente nas áreas expostas como face, pescoço, braços, couro cabeludo, dorso, mãos e orelhas. O câncer também pode ocorrer na boca, lábios, genitálias ou qualquer outra parte do corpo. Qualquer lesão especialmente àquela que não cicatriza, cresce, sangra ou muda de aparência deve ser avaliada pelo dermatologista.

Quais os fatores que levam ao carcinoma espinocelular?

Exposição à luz ultravioleta do sol ou de aparelhos para bronzeamento artificial, aumenta em muito o risco de desenvolver o câncer de pele. Embora qualquer pessoa possa desenvolver o carcinoma espinocelular, pessoas com pele clara que se queimam facilmente possuem um risco maior. As chances de desenvolver câncer de pele aumentam com a idade e com história de queimaduras solares em crianças. Outras alterações cutâneas com menos frequência em indivíduos que sofreram transplante de órgãos, úlceras de pele crônicas, tratamentos com raios X (acne, micoses e epilação tratadas na década de 50), ingestão de arsênico, fumo, exposição tóxica a alcatrão e óleos podem desencadear carcinoma espinocelular.

Quão sério é o carcinoma espinocelular?

Estes tumores de pele são geralmente destrutivos localmente. Se não tratado, o carcinoma espinocelular pode ser mais agressivo, resultando na perda de um nariz ou orelha, por exemplo. Tipos agressivos de carcinoma espinocelulares, principalmente aqueles nos lábios e orelhas, ou tumores mal tratados podem gerar metástases, isto é, espalhar para linfonodos ou outros órgãos o que resulta em aproximadamente 2500 mortes por ano nos EUA.

Como os dermatologistas podem tratar os carcinomas espinocelulares?

Através da biópsia de pele, um fragmento pequeno do tumor é retirado e é submetido ao exame microscópico para confirmar o diagnóstico. Uma variedade de opções terapêuticas pode ser realizada dependendo da localização do tumor, tamanho, características microscópicas, estado de saúde do paciente, entre outros fatores. Os pacientes geralmente são atendidos e operados no próprio consultório utilizando apenas anestesia local. A retirada cirúrgica é o tratamento mais comum. Cirurgia micrografica de Mohs é um tratamento que requer treinamento especializado por um cirurgião dermatológico e pode ser usado para remover o tumor quando se espalha muito ou estão localizados em áreas nobres como nariz e orelha. Outras cirurgias dermatológicas como cirurgia a laser, criocirurgia, radioterapia, eletrodissecação com curetagem, terapia fotodinâmica podem ser métodos terapêuticos alternativos para tratar o tumor.

Como o carcinoma espinocelular pode ser prevenido?

Evitar luz ultravioleta do sol e câmaras de bronzeamento artificial em qualquer idade é a primeira maneira de preveni-lo. Procure sombras se estiver exposto nas horas em que os raios UV estão mais fortes, lembrando que a intensidade maior dos raios do sol é entre às 10 horas da manhã e 4 horas da tarde. Chapéu de abas largas e óculos escuros devem ser usados, além de outras roupas protetoras. Protetores solares de amplo espectro com proteção contra raios UVA e UVB, com FPS maior ou igual a 15 devem ser aplicado generosamente a cada 2 horas quando expostos ao sol.

Qual o seguimento necessário?

Pessoas que tem histórico de câncer de pele precisam realizar consultas freqüentes. O exame anual feito por um dermatologista é recomendado a todos.




 
:: CADASTRE-SE

Nome
E-mail
OK


Diagnóstico e Tratamento para Carcinome Espinocelular em São Paulo

Contato
R. Barata Ribeiro, 490 5º andar
01308-000 - Sao Paulo - SP
Tel: 55 11 3255-7599
dermatologianomina@uol.com.br

mapa de localização


Twitter