O que são Peelings Químicos

Os peelings químicos utilizam substâncias que provocam o desprendimento das camadas superficiais da pele, permitindo estímulo para a renovação celular e formação de colágeno, gerando assim uma pele macia, brilhante e uniforme.
Apesar de ser descrito na literatura médica desde 1960, foi nos últimos dez anos, a partir do aprimoramento da técnica, que se tornou uma opção frequente nos tratamentos cutâneos. Não apenas como rejuvenescedor, mas também para a melhoria e redução de manchas de pele, cicatrizes de acne e resgate do brilho cutâneo.

Tipos de Peelings Químicos

Há três tipos de peelings químicos: superficial, médio e profundo.
Bons resultados podem ser obtidos com vários peelings superficiais seriados, realizados a pequenos intervalos. A descamação subsequente costuma ser fina e não chega a atrapalhar o dia-a-dia, podendo a pessoa voltar à sua vida normal no dia seguinte. Os peelings superficiais melhoram a textura da pele, clareiam manchas e atenuam rugas finas, além de estimular a renovação do colágeno que dá melhor firmeza à pele. Os mais utilizados são a base de ácido retinóico, ácido glicólico e ácido salicílico.

Já os peelings químicos médios provocam descamação mais espessa e escura, necessitando de sete a quinze dias para retorno à vida normal, porém são mais indicados quando a pele já apresenta manchas, asperezas como as ceratoses (lesões pré-cancerosas) e rugas mais pronunciadas. Os peelings médios renovam a camada superficial da pele, clareando manchas e alterações de superfície da pele, como rugas, algumas cicatrizes de acne e as ceratoses. Habitualmente é utilizado o ácido tricloroacético associado à solução de Jessner.

Os peelings químicos profundos são bem mais agressivos do que os demais, provocam a formação de muitas crostas e o pós-peeling exige cautela e uso de curativos onde a recuperação pode durar até um mês. No entanto, os resultados são muito bons, com renovação importante da pele e diminuição até mesmo de rugas profundas, como as rugas ao redor da boca e dos olhos. O peeling de fenol é o peeling profundo mais conhecido. Este método deve ser feito após diálogo intenso entre o medico e o paciente.

É necessário algum preparo antes e depois?

Antes do início dos peelings, a pele deve ser preparada para receber melhor o tratamento. Com a utilização domiciliar de formulação contendo ácido retinóico e despigmentantes durante 15 a 30 dias antes do procedimento.

Esta medicação deve ser utilizada também após todo o processo. Durante o dia, antes de sair ao sol, deve ser usado um protetor solar, pois a pele fica mais sensível à radiação ultra-violeta. No dia seguinte ao peeling, a pele pode ficar levemente rosada. Dois dias após, começa uma fina descamação, da cor da pele, que dura de três a cinco dias. Nos dias subsequentes ao peeling químico, é necessário limpar bem a pele, com sabões suaves, usar cremes noturnos, quando indicado; evitar a manipulação da crosta e usar filtro solar. Sempre ocorrerá a formação de uma crosta, que será mais fina ou mais espessa dependendo da profundidade do peeling. Esta crosta (casca) não deve ser arrancada e, sim, sair naturalmente. O cuidado com o sol é imprescindível durante, pelo menos, um mês após peeling.

O que notar na pele após as sessões de Peeling Químico?

Os resultados começam a ser percebidos logo após o primeiro peeling com a sensação de melhora da textura da pele, que fica mais lisa. Com a continuação do tratamento, melhoram, também, as manchas e rugas finas.

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