Resposta do Dermatologista:

Raios de luz UV também causam danos invisíveis a células cada pele. Algumas das injúrias são reparadas, mas algumas células danificadas vão progredindo com o passar dos anos. Cerca de 20 a 30 anos após essa exposição solar o dano real desta agressão solar aparece em forma de rugas, manchas da idade e até câncer de pele.

Desta forma, o uso de protetor solar não cabe somente para prevenir o envelhecimento, mas principalmente para diminuir o risco do aparecimento do câncer cutâneo. No dia-a-dia o ideal é utilizar protetor solar com FPS 20 a cada 4 horas (tempo médio de duração do protetor solar).

Caso você tenha maior exposição solar na sua rotina, use PFS 30. Os efeitos negativos do sol levam anos para aparecer, o que faz as pessoas subestimarem tais danos, principalmente em busca do bronzeamento rápido, muitas vezes dispensando o uso de cremes e loções com protetor solar.

É importante ressaltar que o bronzeamento se vai, mas o dano solar na pele é permanente e acumulativo, isto é, esta agressão vai se somando com o passar do tempo.

A dica é utilizar FPS 30 na praia a cada 2 horas ou todas as vezes que sair da água e evitar o sol das 11 as 15 horas. O bronzeado é mais leve, mas mais duradouro. Iniciar o hábito de utilizar protetor solar pode não ser muito atrativo no início, mas é um hábito saudável e que sua pele agradecerá com o passar da sua vida.

Converse com o seu dermatologista para maiores informações dos cuidados com a pele e qual o protetor solar mais indicado para a sua pele.

Dermatologista

Dr. Marco Antônio de Oliveira

Atualmente é Médico assistente do Departamento de Oncologia Cutânea do Hospital A.C. Camargo, Fundação Antônio Prudente. Tem experiência na área de Dermatologia, com ênfase nos seguintes temas: Dermatologia Clínica, Dermatologia Cirúrgica, Oncologia Cutânea, Terapia Fotodinâmica, Cosmiatria Dermatológica.
Compartilhe: